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Novos problemas, novas soluções

Nos projetos do estúdio, defendemos sempre o uso criativo dos obstáculos e limitações, de forma a encontrar novos caminhos para chegar a soluções.

Este é o princípio de um método de trabalho chamado design thinking, que pode ser aplicado a diversos tipos de negócio. Confira a entrevista que um dos idealizadores do Studio OPZ deu a Folha de Londrina sobre o assunto .

Curiosidade:  Anderson Gabriel Capeloto Macohin, na entrevista “Anderson Capeloto”, assina pelo escritório como Gabriel Macohin.

Confira a matéria!

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Design Thinking: O design como ferramenta de inovação

Design Thinking

O termo “Design Thinking” foi instituído por Tim Brown, CEO da Ideo, um dos mais renomados grupos  na área de consultoria e inovação, prestando serviços a empresas como  Apple, Microsoft, Nike, Pepsi-Cola entre outros.

O conceito consiste em utilizar o pensamento do designer para promover soluções inovadoras, ou seja, ao invés de guiar-se pelas restrições, transitar por elas de forma criativa e com foco no consumidor. Há três restrições básicas as quais um plano de negócio ou projeto deve considerar:

Praticabilidade

O que é funcionalmente possível em um futuro próximo.

Viabilidade

O que provavelmente se tornará parte de um modelo de negócio sustentável.

Desejabilidade

O que faz sentido para as pessoas.

O Design Thinking é uma metodologia orientada para inovação, e pode ser usada em diversos processos empresariais, inclusive, nas próprias atividades de design. É, no entanto, uma ciência de prototipagem, onde não se desiste de um projeto audacioso. Executa-se, testa-se e aprimora-se.

Sobre este método, é importante ressaltar alguns pontos:

1. Não há espaço para ego

O Design Thinking é um processo de co-criação, onde as empresas deixam de criar para o cliente, e criam com o cliente. É fundamental ouvir ao público, mergulhar em sua cultura e misturá-la ao seu conhecimento técnico.

2. Não existe  truque de mágica

Esta é uma ciência de experimentação, onde trabalha-se com hipóteses resultantes da elaboração de protótipos, fazer uso dela certamente trará muitos benefícios, mas é importante entender que há riscos. Entretanto, da perspectiva do Design Thinking, até mesmo a falha potencializa a otimização dos resultados.

3. Multidisciplinaridade é fundamental

O designer em si, é responsável por materializar ideias, mas a concepção do produto final é resultado de um encontro de informações e competências de uma equipe diversificada, além da análise de público e mercado.

4. O investimento não precisa ser alto, mas a dedicação sim

O Design Thinking é uma cultura que deve ser abraçada por toda a empresa, exige treinamento, e depende basicamente das pessoas envolvidas. Por este motivo, pressupõe-se que o investimento seja baixo em relação aos benefícios adquiridos.

Como exemplo prático do procedimento, podemos usar o case de desenvolvimento de marca e identidade corporativa para a Indusbello, empresa especializada  fabricação de produtos odontológicos. Confira o case em nosso portfólio e assista ao vídeo:

 

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