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NAMING – Criação de nomes para empresas

Muitas empresas nos procuram para desenvolver assinatura e identidade visual. Boa parte delas já tem um nome, escolhido pelos idealizadores, nos deixando a atribuição de trabalhar a parte visual do projeto.

Esses nomes podem ser um acrônimo, sobrenome da família ou uma descrição direta do negócio, existe uma vasta gama de inspirações para nomear um novo negócio (ou renomear um antigo). Entretanto, pensando em um projeto completo e ideal de marca, a recomendação é que a escolha do nome esteja sujeita ao mesmo processo criativo aplicado à parte visual, seguindo as diretrizes do mesmo briefing. Este procedimento é chamado de naming.

Aqui no estúdio tivemos a oportunidade de desenvolver alguns projetos de marca de forma completa, veja nos exeplos.

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O projeto de naming segue, inicialmente, as etapas padrão do processo de criação:

    1. 1. Pesquisa;
    2. 2. Brainstorming;
    3. 3. Filtragem;
    4. 4. Sondagem;
    5. 5. Análise;
    6. 6. Apresentação ao cliente;

 

Contudo, há alguns detalhes específicos neste passo-a-passo quando aplicado ao processo de naming, e se dão entre as etapas de sondagem e filtragem. Após uma série de pesquisas e seleção de algumas possibilidades, é preciso afunilar o procedimento.

    1. 1. E quais seriam os critérios?
    2. 2. Deve exprimir a essência da empresa;
    3. 3. Deve ser fácil de pronunciar (afinal, além de entender, você quer que as pessoas se lembrem do nome da sua empresa);
    4. 4. Deve estar disponível para registro no INPI — Instituto Nacional da Propriedade Industrial;
    5. 5. Deve preferencialmente estar disponível para registro de URL;

OBS: Uma dica é também verificar se este nome não reproduz significados indesejados quando pronunciado ou lido em outra língua, ou até mesmo resultar em dupla interpretação negativa, nunca se sabe!

 

Por que isso é tão importante?

Se a marca tem personalidade para o cliente, promove identificação e produz diversas emoções, para a empresa, nomeá-la é como dar nome a um filho! Este nome a representará em sua finalidade e essência durante toda sua trajetória, é preciso pensar com cuidado.

Para exemplificar um processo de naming, vamos utilizar o projeto desenvolvido para os nossos parceiros do Maquinótico – Fábrica de Imagens.

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O Maquinótico foi idealizado para cumprir as mais diversas demandas no que se trata de produção de imagens, desde locação de estúdio, serviços fotográficos, impressão fine-art à cursos de fotografia e ilustração. A ideia inicial era a de que o Maquinótico fosse mais do que um negócio, mas um fomentador do segmento na região.

 

E como chegamos a este nome?

Para expressar o conceito, e a promessa do projeto, unimos as palavras “máquina” e “ótica”. A primeira representa a parte pragmática, o serviço, a estrutura e a tecnologia. A segunda diz respeito ao cerne deste trabalho, ótica faz referência à visão, pois nos valemos dela para perceber tudo o que é produzido pela empresa.

_Apresentação_Maquinótico_02

Posteriormente, realizamos a pesquisa de disponibilidade para os devidos registros: tudo liberado! A partir daí foi receber a aprovação do cliente e dar seguimento ao projeto.
Unindo nome à assinatura e identidade visual, inspirados na pegada Steam Punk, o resultado foi este:

_Apresentação_Maquinótico_03

_Apresentação_Maquinótico_08

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Novos problemas, novas soluções

Nos projetos do estúdio, defendemos sempre o uso criativo dos obstáculos e limitações, de forma a encontrar novos caminhos para chegar a soluções.

Este é o princípio de um método de trabalho chamado design thinking, que pode ser aplicado a diversos tipos de negócio. Confira a entrevista que um dos idealizadores do Studio OPZ deu a Folha de Londrina sobre o assunto .

Curiosidade:  Anderson Gabriel Capeloto Macohin, na entrevista “Anderson Capeloto”, assina pelo escritório como Gabriel Macohin.

Confira a matéria!

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Acesse a matéria online clicando aqui.

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Pontilhismo – Das telas do Sec XIX para o mundo contemporâneo

O Pontilhismo é uma derivação técnica do movimento Impressionista, que consiste em criar imagens e texturas através da justaposição de pontos.

Ao invés de mesclar as cores, como ditam outras técnicas e estilos, a pontilhismo sugere que as mesmas estejam separadas, porém, muito próximas umas das outras, provocando ilusões de ótica no expectador. Desta maneira, tornamo-nos responsáveis por assimilar as formas, texturas e contrastes.

Por muito tempo esta corrente pôde ser observada apenas em telas de pinturas, contudo, recentemente foi resgatada, e aplicada aos mais diversos tipos de arte na idade contemporânea.impressionismo

TATUAGEM

No final dos anos 90, os tatuadores europeus passaram a aplicar à técnica à pele! Logo a tendência se espalhou, e hoje podemos encontrar trabalhos incríveis por todos os cantos do mundo.tatoo

ARQUITETURA

Para os mais ousados e criativos, dá pra arriscar na decoração!ilustraArtista: PHILIP KARBERG

 

NA OPZ

As opções são vastas, só dependem das referências e criatividade do artista! Aqui no estúdio, desenvolvemos recentemente um trabalho de ilustração utilizando o pontilhismo.

O projeto foi elaborado para o livro “O Que Fizeram Com a Sua Segunda-Feira”, de Bruno Mendes. Neste volume, Bruno faz um estudo acerca da “felicidade”, inspirando o leitor com histórias de diversos profissionais apaixonados por suas carreiras.

O nosso plano para materializar este conceito, foi construir tipografias com as fotos dos protagonistas das histórias. Assim parece razoavelmente fácil, não? A parte legal é que fizemos isso pontinho por pontinho! Nada melhor para ilustrar a trajetória destas pessoas, que superaram muitos obstáculos e arquitetaram com dedicação o caminho para alcançar seus objetivos.

Confira como ficou!
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A alma da marca #1

Aqui na Opz oferecemos uma série de serviços pautados no design estratégico, mas não é segredo pra ninguém que a nossa maior paixão é desenvolver marcas. Em 6 anos de Estúdio atingimos já desenvolvemos cerca de 161 marcas com as mais diferentes concepções, sempre adequadas a essência do cliente.

Já explicamos um pouquinho do nosso processo de criação nos posts sobre design thinking e sobre a história da nossa própria marca, então, uma vez por mês, vamos tentar desdobrar a elaboração do conceito de uma marca diferente, nesta série que chamaremos de “A Alma da Marca”.

A primeira da série é parte do projeto de identidade visual que desenvolvemos para a Isa Ramoni, arquiteta da região de Londrina.
Quem curte arquitetura sabe que como em todas as linhas do design, o intercâmbio de artes e referências é essencial, considerando esta premissa, estabelecemos dois valores iniciais.

Arquitetura – Representa o serviço e capacidade da profissional de forma mais literal. Além de profissão, a arquitetura é uma das paixões genuínas da Isa, tendo como representação a paisagem urbana desenhada pelos formatos dos prédios.

Paisagem Urbana

Música – A música vem como a representação de envolvimento, considerando o fator humano da arte, assim como a profissional considerava essencial a valorização das relações pessoais no desenvolvimento de seu trabalho.
Esta é também uma das grandes paixões da Isa, que dedica um tempinho ao canto e ao violão sempre que pode.

A própria cliente indicou uma música que une estas duas artes pelas quais é aficionada, que vocês podem conferir abaixo!

Uma das representações gráficas desta referência são as ondas sonoras, e para conceber a identidade visual da Isa Ramoni, captamos o registro das ondas da música enviada por ela.

Ondas Sonoras

Referências

Piet Mondrian importante pintor holandês fundador do neoplasticismo. No início de sua carreira foi muito influenciado pelo impressionismo e naturalismo, mas em 1913, em visita à Amsterdã, teve um encontro com o cubismo que exerceu forte influência em sua obra. De modo geral, destacou-se com abstração geométrica, principalmente formatos retangulares. Utilizou, em sua arte, principalmente cores primárias (vermelho, azul, branco, preto, amarelo). Mondrian considerava estas como as cores elementares do Universo.

Mondrian - Color

Mondrian – Color

Feito o levantamento de valores e referências, o desafio era cruzar as informações e apresentá-las de forma harmônica.

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Eis o resultado!

 

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E aí, o que acharam? Aguardamos o feedback de vocês, e até o próximo Alma da Marca!

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Como botar os projetos em dia sem enlouquecer

Quem escolhe ser profissional criativo (freelancer ou não) deve partir do pressuposto de que frequentemente os dias precisarão ter mais de 24h.

Enquanto você se esforça para organizar as pendências, o cliente pede uma alteraçãozinha, e é necessário voltar ao início do trabalho. Ao final, se dá conta de que perdeu o fio da meada daquele outro projeto, que você havia acabado de iniciar. Em um intervalo entre os acontecimentos, eis que salta um chat na janela do Facebook: é o seu vizinho alertando que, aparentemente, há um cano estourado no seu apartamento.

Trabalhar após o expediente, dormir 3 horas por noite, dar adeus aos finais de semana, além de doses generosas de cafeína pode quebrar um galho (e acabar com a sua saúde), mas não vai resolver o problema.

O que fazer agora?
Organização é o carro-chefe, é preciso considerar não somente o que precisa ser feito, mas também atentar aos prazos. A partir daí, é possível estabelecer prioridades e botar a mão na massa.
Existe uma série de apps com essa funcionalidade, aqui na OPZ já utilizamos o Zoho Projects e o Runrun.It. Contudo, a solução mais assertiva veio de forma muito mais simples, e quase lúdica.

Por orientação do nosso consultor e colega de escritório, Alexandre Shimada, da Omine Consultoria, trouxemos o esquema dos painéis virtuais para o plano físico, de modo que ficasse visível para toda a equipe em tempo integral.
Em outras palavras, organizamos o fluxo de tarefas em um mural na parede, que chamamos de Painel de Processos. A técnica é antiga, mas não é à toa que muitas pessoas/ empresas ainda utilizam, funciona mesmo!

É possível adaptar o painel às suas necessidades, mas uma receita base pode ajudar. Aqui no Estúdio o procedimento foi o seguinte:
1- Levantar produtos oferecidos;
2- Descrever as fases de desenvolvimento para cada produto;
3- Segmentar as variáveis em colunas e linhas.

Painel de Processos (Modelo)

Pronto, agora, com o painel estruturado, como fazer funcionar?

1- Cada novo projeto é introduzido na linha de produtos adequada.
2- É nomeado um responsável para cada projeto, que tem atribuição de desenvolvê-lo e atualizar o seu progresso no mural, de acordo com as fases de desenvolvimento.

*Aqui utilizamos post its com os nomes dos projetos, responsáveis, e prazos, pela facilidade de visualização e deslocamento no painel.

Painel de Processos Preenchido

Principais vantagens:
-Não tem como se esquecer de verificar, olhar para as paredes é inevitável.
-A equipe toda tem acesso à situação de todos os trabalhos.
-Os projetos com prazos mais curtos ganham prioridade, evitando atrasos.
-É possível visualizar rapidamente situações reais de sobrecarga, o que evita comprometimento com prazos que não podem ser cumpridos.
-Deixa a parede estilosa!

Depois de organizar as tarefas, o resto é com você, foco e disciplina são fundamentais (com algumas pausas para oxigenar o cérebro, claro).
Este método tem funcionado pra nós, e vocês, o que fazem para melhorar a produtividade? Mandem suas dicas!

 

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Marca é história!

Em publicações passadas contamos um pouquinho da nossa trajetória, e quem nos acompanhou durante estes 5 anos sabe que uma das coisas que mais gostamos de fazer é desenvolver marcas. Este post em especial, é para falar sobre o que representa a nossa!

A assinatura foi desenvolvida logo que abrimos o escritório, contudo, em 2012, após 3 anos de trabalho, decidimos atualizá-la (já vimos no blog a importância do redesign).

A bicicleta penny farthing ilustrada é símbolo da era vitoriana, período da história inglesa caracterizado por ascensão econômica e industrial, situação que propiciou amplo espaço à criatividade em diversos segmentos de produção. Sendo criatividade a força motriz do trabalho que desenvolvemos (guiada, é claro, por valores e estratégia), escolhemos a penny farthing e seu condutor para representar graficamente o estúdio.

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Foto: Matthew Glynn

Dentre essas influências, há ainda, a ligação com o steampunk, outra forte alusão à inventividade, com adicional de futurismo e tecnologia. O steampunk contextualiza um momento ficcionário híbrido, entre a era vitoriana e o futuro sob a ótica punk. Elementos característicos são os grandes zepelins e engrenagens, que fazem conexão com a tecnologia à vapor (steam). Os trajes vitorianos também são apresentados com esta estética.

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Ilustração: Des Hanley

Outra referência da era vitoriana é a fonte utilizada, que pode ser observada em cartazes, rótulos e outras mídias no período.

Os primeiros anúncios da Coca-Cola, lançada no final do século XIX, acompanhavam claramente a tendência.

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Veja o resultado final!

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Studio Opz apresenta nova marca aos funcionários da Perfinobre

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No último dia 28, o nosso Gestor de Design, Gabriel Macohin, ministrou palestra para apresentação da nova marca da empresa Perfinobre Alumínio, elaborada pelo Studio Opz.

A apresentação foi direcionada ao público interno da empresa, como parte da estratégia de implementação. Segundo Gabriel, é essencial que o funcionário seja o primeiro a comprar a marca. “Se ele acredita na marca e em seus valores, a defende dentro e fora do ambiente de trabalho”, afirma.

A Empresa londrinense especializada em perfis de alumínio está no mercado há 8 anos, e escolheu o Studio Opz para desenvolver o projeto de atualização da marca.

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O valor do mascote para a marca

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Castelo do Dragão – Loja de Brinquedos

A marca (logo) é um elemento fundamental na comunicação de uma empresa/ instituição com seu público. É responsável por conferir identidade e promover diferenciação quanto ao concorrente, além de agregar e transparecer valores importantes para um bom posicionamento de mercado.

Além da marca, alguns outros recursos podem ser usados para aproximar empresas de seu público. Um deles, é o uso de mascotes.

O mascote pode fazer parte da identidade visual da empresa, e na prática tem diversas aplicações. Acompanha a marca em materiais gráficos e virtuais, pode ter participação em ações promocionais, tanto nas peças publicitárias quando no PDV (ponto de venda). Entretanto, sua função fundamental é agregar valor à identidade da empresa, e possibilitar maior aproximação com o consumidor, uma vez que tende a “humanizar” a marca.

Alguns mascotes famosos e que atravessaram gerações na mente da população sofreram poucas alterações, adequando-se apenas a algumas tendências estéticas, assim como as próprias marcas.

A Sadia usa desde 1971 a imagem do franguinho Lequetreque em todos os materiais publicitários. Ronald Mc Donald é reconhecido por pessoas de todas as faixas etárias, em todo canto do mundo, Chester Cheetah, o guepardo da Cheetos, apareceu pela primeira vez em 1988, e logo tornou-se símbolo oficial da marca.

Em 5 anos de estúdio desenvolvemos alguns mascotes que acompanham e reforçam suas marcas. Veja alguns exemplos:

Izoo – Portal para animais de estimação

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Super Sabão – Animação 

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Kikiróla – Portal de utilidades

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