Pontilhismo – Das telas do Sec XIX para o mundo contemporâneo

O Pontilhismo é uma derivação técnica do movimento Impressionista, que consiste em criar imagens e texturas através da justaposição de pontos.

Ao invés de mesclar as cores, como ditam outras técnicas e estilos, a pontilhismo sugere que as mesmas estejam separadas, porém, muito próximas umas das outras, provocando ilusões de ótica no expectador. Desta maneira, tornamo-nos responsáveis por assimilar as formas, texturas e contrastes.

Por muito tempo esta corrente pôde ser observada apenas em telas de pinturas, contudo, recentemente foi resgatada, e aplicada aos mais diversos tipos de arte na idade contemporânea.impressionismo

TATUAGEM

No final dos anos 90, os tatuadores europeus passaram a aplicar à técnica à pele! Logo a tendência se espalhou, e hoje podemos encontrar trabalhos incríveis por todos os cantos do mundo.tatoo

ARQUITETURA

Para os mais ousados e criativos, dá pra arriscar na decoração!ilustraArtista: PHILIP KARBERG

 

NA OPZ

As opções são vastas, só dependem das referências e criatividade do artista! Aqui no estúdio, desenvolvemos recentemente um trabalho de ilustração utilizando o pontilhismo.

O projeto foi elaborado para o livro “O Que Fizeram Com a Sua Segunda-Feira”, de Bruno Mendes. Neste volume, Bruno faz um estudo acerca da “felicidade”, inspirando o leitor com histórias de diversos profissionais apaixonados por suas carreiras.

O nosso plano para materializar este conceito, foi construir tipografias com as fotos dos protagonistas das histórias. Assim parece razoavelmente fácil, não? A parte legal é que fizemos isso pontinho por pontinho! Nada melhor para ilustrar a trajetória destas pessoas, que superaram muitos obstáculos e arquitetaram com dedicação o caminho para alcançar seus objetivos.

Confira como ficou!
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A alma da marca #1

Aqui na Opz oferecemos uma série de serviços pautados no design estratégico, mas não é segredo pra ninguém que a nossa maior paixão é desenvolver marcas. Em 6 anos de Estúdio atingimos já desenvolvemos cerca de 161 marcas com as mais diferentes concepções, sempre adequadas a essência do cliente.

Já explicamos um pouquinho do nosso processo de criação nos posts sobre design thinking e sobre a história da nossa própria marca, então, uma vez por mês, vamos tentar desdobrar a elaboração do conceito de uma marca diferente, nesta série que chamaremos de “A Alma da Marca”.

A primeira da série é parte do projeto de identidade visual que desenvolvemos para a Isa Ramoni, arquiteta da região de Londrina.
Quem curte arquitetura sabe que como em todas as linhas do design, o intercâmbio de artes e referências é essencial, considerando esta premissa, estabelecemos dois valores iniciais.

Arquitetura – Representa o serviço e capacidade da profissional de forma mais literal. Além de profissão, a arquitetura é uma das paixões genuínas da Isa, tendo como representação a paisagem urbana desenhada pelos formatos dos prédios.

Paisagem Urbana

Música – A música vem como a representação de envolvimento, considerando o fator humano da arte, assim como a profissional considerava essencial a valorização das relações pessoais no desenvolvimento de seu trabalho.
Esta é também uma das grandes paixões da Isa, que dedica um tempinho ao canto e ao violão sempre que pode.

A própria cliente indicou uma música que une estas duas artes pelas quais é aficionada, que vocês podem conferir abaixo!

Uma das representações gráficas desta referência são as ondas sonoras, e para conceber a identidade visual da Isa Ramoni, captamos o registro das ondas da música enviada por ela.

Ondas Sonoras

Referências

Piet Mondrian importante pintor holandês fundador do neoplasticismo. No início de sua carreira foi muito influenciado pelo impressionismo e naturalismo, mas em 1913, em visita à Amsterdã, teve um encontro com o cubismo que exerceu forte influência em sua obra. De modo geral, destacou-se com abstração geométrica, principalmente formatos retangulares. Utilizou, em sua arte, principalmente cores primárias (vermelho, azul, branco, preto, amarelo). Mondrian considerava estas como as cores elementares do Universo.

Mondrian - Color

Mondrian – Color

Feito o levantamento de valores e referências, o desafio era cruzar as informações e apresentá-las de forma harmônica.

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Eis o resultado!

 

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E aí, o que acharam? Aguardamos o feedback de vocês, e até o próximo Alma da Marca!

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Como botar os projetos em dia sem enlouquecer

Quem escolhe ser profissional criativo (freelancer ou não) deve partir do pressuposto de que frequentemente os dias precisarão ter mais de 24h.

Enquanto você se esforça para organizar as pendências, o cliente pede uma alteraçãozinha, e é necessário voltar ao início do trabalho. Ao final, se dá conta de que perdeu o fio da meada daquele outro projeto, que você havia acabado de iniciar. Em um intervalo entre os acontecimentos, eis que salta um chat na janela do Facebook: é o seu vizinho alertando que, aparentemente, há um cano estourado no seu apartamento.

Trabalhar após o expediente, dormir 3 horas por noite, dar adeus aos finais de semana, além de doses generosas de cafeína pode quebrar um galho (e acabar com a sua saúde), mas não vai resolver o problema.

O que fazer agora?
Organização é o carro-chefe, é preciso considerar não somente o que precisa ser feito, mas também atentar aos prazos. A partir daí, é possível estabelecer prioridades e botar a mão na massa.
Existe uma série de apps com essa funcionalidade, aqui na OPZ já utilizamos o Zoho Projects e o Runrun.It. Contudo, a solução mais assertiva veio de forma muito mais simples, e quase lúdica.

Por orientação do nosso consultor e colega de escritório, Alexandre Shimada, da Omine Consultoria, trouxemos o esquema dos painéis virtuais para o plano físico, de modo que ficasse visível para toda a equipe em tempo integral.
Em outras palavras, organizamos o fluxo de tarefas em um mural na parede, que chamamos de Painel de Processos. A técnica é antiga, mas não é à toa que muitas pessoas/ empresas ainda utilizam, funciona mesmo!

É possível adaptar o painel às suas necessidades, mas uma receita base pode ajudar. Aqui no Estúdio o procedimento foi o seguinte:
1- Levantar produtos oferecidos;
2- Descrever as fases de desenvolvimento para cada produto;
3- Segmentar as variáveis em colunas e linhas.

Painel de Processos (Modelo)

Pronto, agora, com o painel estruturado, como fazer funcionar?

1- Cada novo projeto é introduzido na linha de produtos adequada.
2- É nomeado um responsável para cada projeto, que tem atribuição de desenvolvê-lo e atualizar o seu progresso no mural, de acordo com as fases de desenvolvimento.

*Aqui utilizamos post its com os nomes dos projetos, responsáveis, e prazos, pela facilidade de visualização e deslocamento no painel.

Painel de Processos Preenchido

Principais vantagens:
-Não tem como se esquecer de verificar, olhar para as paredes é inevitável.
-A equipe toda tem acesso à situação de todos os trabalhos.
-Os projetos com prazos mais curtos ganham prioridade, evitando atrasos.
-É possível visualizar rapidamente situações reais de sobrecarga, o que evita comprometimento com prazos que não podem ser cumpridos.
-Deixa a parede estilosa!

Depois de organizar as tarefas, o resto é com você, foco e disciplina são fundamentais (com algumas pausas para oxigenar o cérebro, claro).
Este método tem funcionado pra nós, e vocês, o que fazem para melhorar a produtividade? Mandem suas dicas!

 

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Marca é história!

Em publicações passadas contamos um pouquinho da nossa trajetória, e quem nos acompanhou durante estes 5 anos sabe que uma das coisas que mais gostamos de fazer é desenvolver marcas. Este post em especial, é para falar sobre o que representa a nossa!

A assinatura foi desenvolvida logo que abrimos o escritório, contudo, em 2012, após 3 anos de trabalho, decidimos atualizá-la (já vimos no blog a importância do redesign).

A bicicleta penny farthing ilustrada é símbolo da era vitoriana, período da história inglesa caracterizado por ascensão econômica e industrial, situação que propiciou amplo espaço à criatividade em diversos segmentos de produção. Sendo criatividade a força motriz do trabalho que desenvolvemos (guiada, é claro, por valores e estratégia), escolhemos a penny farthing e seu condutor para representar graficamente o estúdio.

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Foto: Matthew Glynn

Dentre essas influências, há ainda, a ligação com o steampunk, outra forte alusão à inventividade, com adicional de futurismo e tecnologia. O steampunk contextualiza um momento ficcionário híbrido, entre a era vitoriana e o futuro sob a ótica punk. Elementos característicos são os grandes zepelins e engrenagens, que fazem conexão com a tecnologia à vapor (steam). Os trajes vitorianos também são apresentados com esta estética.

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Ilustração: Des Hanley

Outra referência da era vitoriana é a fonte utilizada, que pode ser observada em cartazes, rótulos e outras mídias no período.

Os primeiros anúncios da Coca-Cola, lançada no final do século XIX, acompanhavam claramente a tendência.

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Veja o resultado final!

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Studio Opz apresenta nova marca aos funcionários da Perfinobre

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No último dia 28, o nosso Gestor de Design, Gabriel Macohin, ministrou palestra para apresentação da nova marca da empresa Perfinobre Alumínio, elaborada pelo Studio Opz.

A apresentação foi direcionada ao público interno da empresa, como parte da estratégia de implementação. Segundo Gabriel, é essencial que o funcionário seja o primeiro a comprar a marca. “Se ele acredita na marca e em seus valores, a defende dentro e fora do ambiente de trabalho”, afirma.

A Empresa londrinense especializada em perfis de alumínio está no mercado há 8 anos, e escolheu o Studio Opz para desenvolver o projeto de atualização da marca.

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O valor do mascote para a marca

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Castelo do Dragão – Loja de Brinquedos

A marca (logo) é um elemento fundamental na comunicação de uma empresa/ instituição com seu público. É responsável por conferir identidade e promover diferenciação quanto ao concorrente, além de agregar e transparecer valores importantes para um bom posicionamento de mercado.

Além da marca, alguns outros recursos podem ser usados para aproximar empresas de seu público. Um deles, é o uso de mascotes.

O mascote pode fazer parte da identidade visual da empresa, e na prática tem diversas aplicações. Acompanha a marca em materiais gráficos e virtuais, pode ter participação em ações promocionais, tanto nas peças publicitárias quando no PDV (ponto de venda). Entretanto, sua função fundamental é agregar valor à identidade da empresa, e possibilitar maior aproximação com o consumidor, uma vez que tende a “humanizar” a marca.

Alguns mascotes famosos e que atravessaram gerações na mente da população sofreram poucas alterações, adequando-se apenas a algumas tendências estéticas, assim como as próprias marcas.

A Sadia usa desde 1971 a imagem do franguinho Lequetreque em todos os materiais publicitários. Ronald Mc Donald é reconhecido por pessoas de todas as faixas etárias, em todo canto do mundo, Chester Cheetah, o guepardo da Cheetos, apareceu pela primeira vez em 1988, e logo tornou-se símbolo oficial da marca.

Em 5 anos de estúdio desenvolvemos alguns mascotes que acompanham e reforçam suas marcas. Veja alguns exemplos:

Izoo – Portal para animais de estimação

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Super Sabão – Animação 

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Kikiróla – Portal de utilidades

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O cardápio é a alma do negócio

Quem nunca desistiu da dieta ao se deparar com um belo pedaço de bolo de chocolate na vitrine da padaria? É neste momento que nos damos conta de que muitas vezes somos pegos pelos olhos antes mesmo de provar os pratos de um estabelecimento. No caso dos restaurantes/ lanchonetes, este contato é feito principalmente através do cardápio.

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Foto: Flávio Menoli/ Produção: Elizeo Garcia Junior

Um bom cardápio, além de auxiliar o cliente na escolha dos produtos, torna-se também um meio de publicidade. Este material proporciona ao público a primeira experiência com o seu produto, a venda do conceito e da essência do seu negócio começa aí. Assim como no caso da marca, este material deve estar alinhado com a sua identidade.

Vamos a algumas dicas, considerando dúvidas frequentes de quem nos procura para este tipo de projeto:

Devo utilizar fotos de todos os ítens?
É verdade que os produtos ilustrados vendem mais, mas é preciso escolher, afinal, não dá pra oferecer ao cliente um cardápio maior do que a própria mesa, não é? Dê atenção aos pratos que são especialidade da casa, e esteticamente agradáveis. Lembre-se que o cardápio é o primeiro contato do consumidor com os produtos.

Posso usar fotos de bancos de imagem para diminuir o custo?
Usar fotos de banco de imagem pode parecer um bom investimento no primeiro momento, mas imagine se todos os restaurantes da região tiverem a mesma brilhante ideia, e o seu prato aparecer em todos estes cardápios. Outro problema é a imagem (obviamente) não corresponder ao produto que você oferece. Esta situação pode causar indisposições com o cliente, além, é claro, de desperdiçar a oportunidade de seduzi-lo pelos olhos.

Dica de ouro:
Tenha um projeto gráfico desenvolvido antes de fazer as fotos. Isso garante que você tenha gastos de fotografia e produção na medida certa, sem desperdiçar recursos e causar confusões na hora de selecionar o material. Pra quem acredita que tempo é dinheiro, essa dica economiza os dois!

E como se aplica tudo isso na prática? Veja o exemplo do cardápio criado pelo Studio Opz para a Gelobel.

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Veja o projeto completo.

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Design Thinking: O design como ferramenta de inovação

Design Thinking

O termo “Design Thinking” foi instituído por Tim Brown, CEO da Ideo, um dos mais renomados grupos  na área de consultoria e inovação, prestando serviços a empresas como  Apple, Microsoft, Nike, Pepsi-Cola entre outros.

O conceito consiste em utilizar o pensamento do designer para promover soluções inovadoras, ou seja, ao invés de guiar-se pelas restrições, transitar por elas de forma criativa e com foco no consumidor. Há três restrições básicas as quais um plano de negócio ou projeto deve considerar:

Praticabilidade

O que é funcionalmente possível em um futuro próximo.

Viabilidade

O que provavelmente se tornará parte de um modelo de negócio sustentável.

Desejabilidade

O que faz sentido para as pessoas.

O Design Thinking é uma metodologia orientada para inovação, e pode ser usada em diversos processos empresariais, inclusive, nas próprias atividades de design. É, no entanto, uma ciência de prototipagem, onde não se desiste de um projeto audacioso. Executa-se, testa-se e aprimora-se.

Sobre este método, é importante ressaltar alguns pontos:

1. Não há espaço para ego

O Design Thinking é um processo de co-criação, onde as empresas deixam de criar para o cliente, e criam com o cliente. É fundamental ouvir ao público, mergulhar em sua cultura e misturá-la ao seu conhecimento técnico.

2. Não existe  truque de mágica

Esta é uma ciência de experimentação, onde trabalha-se com hipóteses resultantes da elaboração de protótipos, fazer uso dela certamente trará muitos benefícios, mas é importante entender que há riscos. Entretanto, da perspectiva do Design Thinking, até mesmo a falha potencializa a otimização dos resultados.

3. Multidisciplinaridade é fundamental

O designer em si, é responsável por materializar ideias, mas a concepção do produto final é resultado de um encontro de informações e competências de uma equipe diversificada, além da análise de público e mercado.

4. O investimento não precisa ser alto, mas a dedicação sim

O Design Thinking é uma cultura que deve ser abraçada por toda a empresa, exige treinamento, e depende basicamente das pessoas envolvidas. Por este motivo, pressupõe-se que o investimento seja baixo em relação aos benefícios adquiridos.

Como exemplo prático do procedimento, podemos usar o case de desenvolvimento de marca e identidade corporativa para a Indusbello, empresa especializada  fabricação de produtos odontológicos. Confira o case em nosso portfólio e assista ao vídeo:

 

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Studio Opz no cenário do webdesign mundial

Para quem gostou do nosso novo site, aí vai uma notícia bacana: entramos para a lista de indicados aos prêmios CSS Winner e CSS Design Awards. Ambos desenvolvem galerias com os melhores projetos de webdesign em nível mundial , que servem como inspiração para outros profissionais e empresas, além de registrar avanços e tendências do segmento.

Os projetos são elegíveis por um juri técnico espalhado por todos os continentes, além de ficarem sujeitos a avaliações do público.

Deem uma força pra gente, acessem e votem!

CSS Winner

CSS Design Awards

Mini-iPad-B&W-Mockup

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