Painel criado pelo studioOpz sai na revista ARQ.BR

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Design, arquitetura e engenharia são áreas de desenvolvimento de projetos similares em muitos aspectos conceituais e metodológicos. Em um cenário atual cada vez mais exigente, essas três áreas precisam conviver, a fim de solucionar problemas e atingir as necessidades dos clientes. O design gráfico participa, portanto, como parte integrante dos projetos de arquitetura, gerando soluções criativas e inovadoras e tornando o projeto diferenciado.

Além de desenvolver o projeto de naming, marca e identidade visual da loja de cerveja artesanal Elixir Maltado, tivemos o prazer de participar do projeto de arquitetura desenvolvido pela equipe do escritório Sala de Arquitetura.

O conceito da marca Elixir Maltado se baseia no fato de que todo cervejeiro tem um pouco de alquimista. Pensando nisso, desenvolvemos um painel que recria o processo de fabricação da cerveja artesanal com elementos da alquimia. A arquitetura da loja e o painel criado pelo studio Opz foram destaques na revista ARQ.BR, confira:
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NAMING – Criação de nomes para empresas

Muitas empresas nos procuram para desenvolver assinatura e identidade visual. Boa parte delas já tem um nome, escolhido pelos idealizadores, nos deixando a atribuição de trabalhar a parte visual do projeto.

Esses nomes podem ser um acrônimo, sobrenome da família ou uma descrição direta do negócio, existe uma vasta gama de inspirações para nomear um novo negócio (ou renomear um antigo). Entretanto, pensando em um projeto completo e ideal de marca, a recomendação é que a escolha do nome esteja sujeita ao mesmo processo criativo aplicado à parte visual, seguindo as diretrizes do mesmo briefing. Este procedimento é chamado de naming.

Aqui no estúdio tivemos a oportunidade de desenvolver alguns projetos de marca de forma completa, veja nos exeplos.

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O projeto de naming segue, inicialmente, as etapas padrão do processo de criação:

    1. 1. Pesquisa;
    2. 2. Brainstorming;
    3. 3. Filtragem;
    4. 4. Sondagem;
    5. 5. Análise;
    6. 6. Apresentação ao cliente;

 

Contudo, há alguns detalhes específicos neste passo-a-passo quando aplicado ao processo de naming, e se dão entre as etapas de sondagem e filtragem. Após uma série de pesquisas e seleção de algumas possibilidades, é preciso afunilar o procedimento.

    1. 1. E quais seriam os critérios?
    2. 2. Deve exprimir a essência da empresa;
    3. 3. Deve ser fácil de pronunciar (afinal, além de entender, você quer que as pessoas se lembrem do nome da sua empresa);
    4. 4. Deve estar disponível para registro no INPI — Instituto Nacional da Propriedade Industrial;
    5. 5. Deve preferencialmente estar disponível para registro de URL;

OBS: Uma dica é também verificar se este nome não reproduz significados indesejados quando pronunciado ou lido em outra língua, ou até mesmo resultar em dupla interpretação negativa, nunca se sabe!

 

Por que isso é tão importante?

Se a marca tem personalidade para o cliente, promove identificação e produz diversas emoções, para a empresa, nomeá-la é como dar nome a um filho! Este nome a representará em sua finalidade e essência durante toda sua trajetória, é preciso pensar com cuidado.

Para exemplificar um processo de naming, vamos utilizar o projeto desenvolvido para os nossos parceiros do Maquinótico – Fábrica de Imagens.

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O Maquinótico foi idealizado para cumprir as mais diversas demandas no que se trata de produção de imagens, desde locação de estúdio, serviços fotográficos, impressão fine-art à cursos de fotografia e ilustração. A ideia inicial era a de que o Maquinótico fosse mais do que um negócio, mas um fomentador do segmento na região.

 

E como chegamos a este nome?

Para expressar o conceito, e a promessa do projeto, unimos as palavras “máquina” e “ótica”. A primeira representa a parte pragmática, o serviço, a estrutura e a tecnologia. A segunda diz respeito ao cerne deste trabalho, ótica faz referência à visão, pois nos valemos dela para perceber tudo o que é produzido pela empresa.

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Posteriormente, realizamos a pesquisa de disponibilidade para os devidos registros: tudo liberado! A partir daí foi receber a aprovação do cliente e dar seguimento ao projeto.
Unindo nome à assinatura e identidade visual, inspirados na pegada Steam Punk, o resultado foi este:

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Novos problemas, novas soluções

Nos projetos do estúdio, defendemos sempre o uso criativo dos obstáculos e limitações, de forma a encontrar novos caminhos para chegar a soluções.

Este é o princípio de um método de trabalho chamado design thinking, que pode ser aplicado a diversos tipos de negócio. Confira a entrevista que um dos idealizadores do Studio OPZ deu a Folha de Londrina sobre o assunto .

Curiosidade:  Anderson Gabriel Capeloto Macohin, na entrevista “Anderson Capeloto”, assina pelo escritório como Gabriel Macohin.

Confira a matéria!

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Acesse a matéria online clicando aqui.

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Identidade visual: a sua cara no mercado!

Ainda no embalo da temática do design como negócio, vamos abordar um assunto que faz toda diferença na hora de posicionar o seu produto e reforçar a sua marca no mercado.

Ressaltamos diversas vezes a importância da “assinatura visual” para o desenvolvimento de um negócio, os nomes são parecidos, mas há algumas diferenças fundamentais, apesar de uma coisa ser o complemento da outra.

Assinatura visual diz respeito ao símbolo e/ou tipografia que representa a sua empresa, comumente chamado de “marca”.  Já a identidade, vem como complemento da marca, e consiste em um conjunto de grafismos que possa ser aplicado aos diversos materiais e mídias utilizados por um empresa, e esteja em conformidade com sua proposta.

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Por que isso é essencial?

Diferenciação

Lá pelos anos 50 não era lá muito complicado escolher um produto/serviço, as opções eram bastante restritas. No mundo globalizado que conhecemos hoje, a sobrecarga de informação advinda de diversas mídias, faz com que tenhamos mais dificuldade para reter tudo o que recebemos, chamar atenção fica bem mais difícil neste contexto. Constando que, não é só de informação que ficamos saturados, os próprios produtos alcançaram variedade inimaginável há alguns anos, desta forma, é imprescindível pensar em diferentes formas de apresentar o seu produto.

Empatia

As marcas são como pessoas, e despertam sentimentos no consumidor de acordo com as experiências que proporcionam. Boa parte dos fatores que constituem esta “personalidade” fica a cargo do fabricante/ prestador de serviço, que deve assegurar a qualidade, contudo, o papel do designer é importante! A identidade visual é o primeiro ponto de contato com o consumidor, é através dela que ele fará o julgamento inicial a respeito de sua empresa. Por esta razão, o desenvolvimento de projetos desta natureza requer muito estudo, sobretudo, acerca do público a ser atingido, para garantir que haja identificação.

Lembrança

Uma identidade visual bem elaborada possibilita que o cliente identifique todo e qualquer ponto de exposição da sua marca, da embalagem a materiais de mídia e propaganda. Como comentamos acima, o mercado está pulverizado de produtos dos mais variados segmentos, ser lembrado pelo cliente em meio a todas estas opções é uma das premissas para sobreviver a esta saturação.

Aqui na OPZ recomendamos que todo projeto de assinatura venha acompanhado também da identidade, esta é também uma de nossas especialidades, confira alguns exemplos do portfólio do estúdio.

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Se quiser bem feito, faça sozinho! (ou não)

Após algumas publicações abordando a parte artística do trabalho do designer, hoje vamos falar um pouco sobre esta atividade como negócio.
Quando iniciamos qualquer pequeno empreendimento, até é possível que consigamos dar conta das atividades iniciais sozinhos, ou, no máximo, com auxílio de alguns sócios. Contudo, em quase todos os casos, à medida que a empresa cresce, é preciso começar a se preocupar em dividir o trabalho, e para isso, deve-se contar com parceiros de confiança, e que se alinhem ao seu método de trabalho.

Parece uma tarefa fácil, mas é mais difícil do que se imagina.
Falando especificadamente da nossa área:

O melhor, tem que ser melhor pra VOCÊ

Muitas vezes procuramos pela referência no segmento em que precisamos de uma força, mas nenhum título, diploma, ou matéria no jornal garante que haverá sinergia entre vocês. É preciso se certificar de que os parceiros, fornecedores ou colaboradores falem a sua língua, e caminhem no seu ritmo, e muitas vezes estas pessoas não estão expostas em uma vitrine.

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Certifique-se de que seu parceiro pode cumprir prazos

Pois é, contratempos acontecem, mas o compromisso com o cliente final é seu, diante de um atraso do fornecedor, ficará a imagem de que a sua empresa adiou o prazo, e não a dele. Mantenha uma boa comunicação, planeje os prazos junto a seus parceiros para que situações assim não interfiram na credibilidade com o cliente.

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Não fique alienado do processo

Não é porque aquela não é a sua especialidade que você pode ficar de fora. É essencial que você acompanhe e supervisione o projeto do começo ao fim, ainda nas partes que precisam ser terceirizadas, afinal, você é o idealizador. Acompanhe, confira, revise, esteja sempre ao lado dos seus parceiros!

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Na OPZ

Aqui contamos com parceiros de diversos segmentos! O fotógrafo Flávio Menoli e a equipe do Maquinótico nos dão suporte nos projetos que contam com fotografia, assim como a consultora de imagem, Monalisa Martins, cuida da parte de produção. O pessoal do Studio Diip toma conta da programação,  a Conceito Marcas e Patentes nos presta todo o auxílio jurídico na hora de registrar nomes e marcas, e por fim, a Omine Consultoria nos orienta quanto a alinhar o design às estratégias empresariais, inclusive, para o próprio estúdio!

Firmar parcerias é quase inevitável , demanda energia, mas traz muitas recompensas também! Somente desta forma você pode se concentrar e aplicar seus esforços nas atividades que são SUA especialidade, contando também com apoio de quem faz bem aquilo que você não sabe fazer. Isso, além do fato de que uma equipe multidisciplinar favorece a troca de ideias, fazendo com que o projeto atinja seu potencial máximo.

Já dizia o renomado publicitário Washington Olivetto, “É bem melhor ser coautor de coisas brilhantes do que autor solitário de coisas medíocres.”
Até a próxima!

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Pontilhismo – Das telas do Sec XIX para o mundo contemporâneo

O Pontilhismo é uma derivação técnica do movimento Impressionista, que consiste em criar imagens e texturas através da justaposição de pontos.

Ao invés de mesclar as cores, como ditam outras técnicas e estilos, a pontilhismo sugere que as mesmas estejam separadas, porém, muito próximas umas das outras, provocando ilusões de ótica no expectador. Desta maneira, tornamo-nos responsáveis por assimilar as formas, texturas e contrastes.

Por muito tempo esta corrente pôde ser observada apenas em telas de pinturas, contudo, recentemente foi resgatada, e aplicada aos mais diversos tipos de arte na idade contemporânea.impressionismo

TATUAGEM

No final dos anos 90, os tatuadores europeus passaram a aplicar à técnica à pele! Logo a tendência se espalhou, e hoje podemos encontrar trabalhos incríveis por todos os cantos do mundo.tatoo

ARQUITETURA

Para os mais ousados e criativos, dá pra arriscar na decoração!ilustraArtista: PHILIP KARBERG

 

NA OPZ

As opções são vastas, só dependem das referências e criatividade do artista! Aqui no estúdio, desenvolvemos recentemente um trabalho de ilustração utilizando o pontilhismo.

O projeto foi elaborado para o livro “O Que Fizeram Com a Sua Segunda-Feira”, de Bruno Mendes. Neste volume, Bruno faz um estudo acerca da “felicidade”, inspirando o leitor com histórias de diversos profissionais apaixonados por suas carreiras.

O nosso plano para materializar este conceito, foi construir tipografias com as fotos dos protagonistas das histórias. Assim parece razoavelmente fácil, não? A parte legal é que fizemos isso pontinho por pontinho! Nada melhor para ilustrar a trajetória destas pessoas, que superaram muitos obstáculos e arquitetaram com dedicação o caminho para alcançar seus objetivos.

Confira como ficou!
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